15 janeiro 2014

Uma ode, um soneto... a ti



Poderia esta ser uma ode à cidade de Coimbra…

Cidade do conhecimento e do romantismo,
Não há outra assim por todo o Portugal,
Suas memórias mantêm todo um misticismo
Como se se tratasse dum soneto inaugural.

Mas falta constantemente alguma coisa…

O rio Mondego circula na sua monotonia,
A Cabra está apenas lá para dar a hora;
Eu perco-me a dedicar-lhe vivas com alegria,
Mas é a tua ausência que sempre demora…

Falta o mais importante a Coimbra…

O teu sorriso para fazer crescer o meu dia,
Os teus cabelos para esconder o meu pânico,
Fazer por rimar contigo ao som de poesia,
Sentir esse teu cheiro que faz inveja ao Botânico.

Falta-me o mais importante em Coimbra…

Tu porque brilhas em todos os meus sonhos,
Todo o tempo nos versos que componho,
Tu porque sabes que estou nas tuas mãos
E porque és tudo o que faz bem ao coração!

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